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Basquete em cadeira de rodas masculino – Jogos Paralímpicos

Tabela do basquete em cadeira de rodas masculino nos Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020

NOTÍCIAS   GUIA DA PARALIMPÍADA CALENDÁRIO   QUADRO DE MEDALHAS TÓQUIO TODO DIA 

PRIMEIRA FASE

GRUPO A

PosTimePtsJVPróContra
11055375272
2954312298
3853353327
4752307333
5651305332
6550256346

GRUPO B

PosTimePtsJVPróContra
1954338223
2954332303
3853335265
4853306284
5651271318
6550202391

FASE FINAL

DISPUTA DO 11.º LUGAR

DISPUTA DO NONO LUGAR

DISPUTA DO SÉTIMO LUGAR

DataProvaHorário/Resultado

DISPUTA DO QUINTO LUGAR

DISPUTA DO BRONZE

Local da competição

Os torneios de basquete em cadeira de rodas masculino e feminino terão duas sedes durante os Jogos Paralímpicos. A Ariake Arena, que foi sede do vôlei durante os Jogos Olímpicos e tem capacidade para 15 mil torcedores.

E o Musashino Forest Sport Plaza é uma arena multiuso com capacidade para 7.200 torcedores.

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O esporte

Praticado inicialmente por ex-soldados norte-americanos que haviam saído feridos da 2ª Guerra Mundial, o basquete em cadeira de rodas fez parte de todas as edições já realizadas dos Jogos Paralímpicos. No Brasil, a modalidade tem forte presença na história do movimento paralímpico, sendo a primeira a ser praticada no país, a partir de 1958, no Clube do Otimismo, no Rio de Janeiro, por iniciativa de Robson Sampaio de Almeida e pela ação do técnico Aldo Miccolis.

Confira a tabela completa do torneio de basquete em cadeira de rodas masculino dos Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020 com a participação de dez países

As cadeiras de rodas utilizadas por homens e mulheres são adaptadas e padronizadas pelas regras da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF). O jogador deve quicar, arremessar ou passar a bola a cada dois toques dados na cadeira. As dimensões da quadra e a altura da cesta seguem o padrão do basquete olímpico. São disputados quatro quartos de 10 minutos cada. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC).

Apesar da popularidade no país, o Brasil ainda não conquistou medalhas na modalidade em Jogos Paralímpicos. A estreia da Seleção masculina foi nos Jogos de Heidelberg 1972, e, da feminina, em Atlanta 1996. As melhores colocações brasileiras na modalidade foram o quinto lugar, no masculino, e o sétimo, no feminino, obtidas no Rio 2016. Nenhum dos dois naipes conseguiu a classificação para os Jogos de Tóquio.

A Seleção feminina também conquistou a medalha de bronze nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015 e de Guadalajara 2011.